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Não seja uma bruxinha, vai com as outras Não aceite verdade absolutas dos outros Melhor não aceitar nem as suas verdades absolutas Permita-se mudar Permita-se questionar Permita-se CRIAR e (RE)CRIAR, sempre! Somos bruxinhas do bem!

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09
Mar18

Batismo em casa "Coisa dos antigos"


luacheia

batismoCasa.jpg

 Antigamente era muito usado o Batismo em casa, antes da criança completar sete dias de vida. Hoje nestes tempos modernos, onde as tradições e costumes vão se perdendo, se tornou uma prática pouco usada. Eu mesma lembro de assistir muitos batismos em casa, e sempre achei tão lindo quanto o da igreja, talvez pela sua simplicidade e simbologia.
Por norma são dois padrinhos, um casal é o mais usual, a madrinha segurará o bebé no colo, ela terá na mão um ramo da Arruda, ou alecrim e o padrinho uma vela branca acesa. Uma bacia ou um copo com água (preferência água Benta).

Então o padrinho molha o ramo verde na bacia de água e toca três vezes na cabeça (ou "testinha e lábios") da criança e três vezes diz: "Fulano, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (ou “em nome de Deus, Jesus Cristo
e Maria Santíssima”). Umas pessoas dão gotas da água para a criança tomar. “Depois, pode rezar um Pai Nosso ou uma Ave Maria.”
Dizem que o batismo em casa Seria uma “mera” derivação da liturgia católica: “É coisa da campanha, da época em que não tinha padre perto. Batizavam as crianças em casa para elas não morrerem pagãs. É coisa dos antigos.” É proteção divina diz Dona Santa. Existem três tipos de batismo: de casa, de Igreja e de religião. De casa é que vale mais, mas o padre não gosta" (Santa, 84 anos, costureira aposentada que já presenciou mais de 90 batismos em casa). O batismo em casa é salvar a alma da criança: "Não pode ficar pagão. Não adianta batizar na Igreja. Tem que ser em casa para não ficar pagão.” Para não morrer "ateuzinho", o ideal é batizar a criança logo que chegue em casa do hospital ou, no máximo, até seu sétimo dia. Não há dúvida. Entre os antigos, o batismo em casa, bem feito, é o ato ritual que melhor garante a segurança física e espiritual da criança. Este é o momento
ritual que marca a separação do recém-nascido do mundo das almas e o agrega ao mundo dos homens com proteção.

Tradiçãoes antigas, mas que ainda hoje é muito usada no Sul do Brasil.

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